Um denominador comum, e não podia ser outro, é o Quadrante
do Fluxo de Caixa:
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E
(Empregado)
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D
(Dono)
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A
(Autónomo)
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I
(Investidor)
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Algures no primeiro livro de que vos falo vem que: “Apesar de sermos seres humanos (…) quando se trata de dinheiro e das emoções ligadas ao dinheiro, todos reagimos de forma diferente. É a forma como reagimos que muitas vezes determina qual dos quadrantes que escolhemos para originar rendimentos”.
E curiosamente, aconteceu precisamente comigo o que
aconteceu com o autor, recebemos o mesmo conselho, ele do seu pai instruído porém
pobre, e eu por quem me criou: “vai para
a escola, tira boas notas e encontra um emprego seguro”.
Ora, teoricamente, o livro destina-se a pessoas que estão
prontas a mudar de quadrante. Têm o que é preciso?Só sei é que cada vez mais não há um “emprego seguro”, o dito “emprego para a vida” é hoje em dia um mito!
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