O peso de gerir relações entre famílias retalhadas - sim, porque de uma passa a duas, a do pai e a da mãe - é um tema no mínimo delicado e cansativo.
Há que reinar o bom senso e o que acontece é que em situações mal resolvidas em que há rancores guardados esse bom senso não é suficiente ou não existe.
Não quero com isto generalizar, cada caso é um caso.
E quando vêm os netos? Falo de netos de avós divorciados. São crianças alheias a um passado que herdam e passam a ser inocentes alvos de disputa, passando os filhos a mediadores também dessa relação.
A partir de famílias destruídas constrói-se uma outra e a vida segue o seu rumo, os outrora filhos protegem os seus próprios filhos e têm nos pais muitas vezes um exemplo a não seguir. Esse é o mais marcante!
...havendo uma âncora o barco não se afasta!
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