E se uma pessoa não quiser ser mãe/pai
e optar por se dedicar a 100% ao trabalho? Vivemos mesmo na era do mérito ou
ainda prevalecem os contactos?
Deve-se adiar um projeto que tem um
timing biológico com taxa de sucesso não garantida a 100%?Ou deve prevalecer
uma aposta num futuro profissional com ideia de retorno a longo prazo?
Conciliar é possível?
Não me foco só no papel de uma mãe,
é uma abordagem errada se pensarmos que existem pais igualmente dedicados e que
fazem questão de estar presentes nos bons e maus momentos da vida das crianças.
Nesses caso, dar à luz é uma questão feminina por natureza…criar e educar é
outra…e aí os dois podem perfeitamente estar em pé de igualdade.
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